Page 26 - Casos Clínicos de Cardiologia em Intervenção
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IMPORTANCIA DE LA TOMOGRAFÍA DE COHERENCIA ÓPTICA EN LA TROMBOSIS DEL «STENT»


              PAuLA AnTuñA, MARCOS GARCíA-GuIMARAeS, JAvIeR CueSTA, FeRnAndO RIveRO, TeReSA BASTAnTe, FeRnAndO ALFOnSO


           Procedimiento                                       Procedimento
           Se realiza una coronariografía por acceso radial derecho, y la   A angiografia coronária foi realizada por acesso radial direito, e a
           angiografía muestra un árbol coronario izquierdo sin lesiones   angiografia mostrou uma árvore coronária esquerda sem lesões
           significativas con buen resultado de los stents previos en la   significativas, com bom resultado dos stents prévios na artéria
           arteria descendente anterior. En la coronaria derecha media   descendente anterior. Na coronária direita média verificou-se
           se aprecia una oclusión trombótica completa intra-stent con   uma oclusão trombótica completa intra-stent com fluxo distal
           flujo distal TIMI 0 (panel 1, figuras A y B). A través de un   TIMI 0 (painel 1, figuras A e B). Através de um cateter-guia
           catéter guía JR4 se cruza una guía BMW hacia la rama descen-  JR4, atravessou-se uma guia BMW até ao ramo descendente
           dente posterior con recuperación del flujo distal (panel 1,   posterior com recuperação do fluxo distal (painel 1, figura C).
           figura C). Se realiza una tomografía de coherencia óptica   Foi realizada uma tomografia de coerência ótica (OCT) purgada
           (OCT) purgada con contraste yodado iodixanol (Visipaque®)   com contraste iodado iodixanol (Visipaque®) (vídeo 1), na qual
           (vídeo 1), en la que se visualiza un segmento de vaso distal   se visualiza um segmento do vaso distal ao stent (painel 2,
           al stent (panel 2, figura A) con un trombo adherido, que deja   figura A) com um trombo aderido, que deixa uma sombra
           una sombra posterior (asterisco amarillo). Más proximalmente   posterior (asterisco amarelo). Mais proximalmente, observa-se
           se observa una capa de stent con infraexpansión severa (área   uma camada de stent com infraexpansão grave (área do lúmen
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           luminal mínima de 2,8 mm ), con parte del stent «flotando»   mínima de 2,8 mm ), com parte do stent «a flutuar» no lúmen do
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           en la luz del vaso y abundante contenido trombótico adherido   vaso e abundante conteúdo trombótico aderido (painel 2,
           (panel 2, imágenes B y C). En el resto del vaso se observan   imagens B e C). No restante vaso, observam-se 2 camadas
           2 capas de stent correctamente expandidas y aposicionadas,   de stent corretamente expandidas e apostas, à exceção de
           a excepción de algunos struts malapuestos (menos de 400 µ)   alguns struts mal apostos (menos de 400 µ) no segmento mais
           en el segmento más proximal (panel 2, figura D).    proximal (painel 2, figura D).
             Con estos hallazgos se decide intentar una sobreexpansión   Com estes achados, foi decidida uma tentativa de sobrex-
           del stent distal con un balón no compliante de 3 mm a 18 atmós-  pansão do stent distal com um balão não compliante de 3 mm
           feras. Se repite una OCT (vídeo 2), en la que se observa la   a 18 atmosferas. Repetiu-se uma OCT (vídeo 2), na qual se
           persistencia del trombo distal al stent adherido a la pared del   observou a persistência do trombo distal ao stent aderido à
           vaso (panel 3, figura A), con una mejora de la expansión y   parede do vaso (painel 3, figura A), com uma melhoria da
           aposición del stent previamente infraexpandido, aunque con   expansão e aposição do stent previamente infraexpandido,
           persistencia del trombo residual, que protruye hacia la luz del   embora com persistência do trombo residual, saliente para
           vaso (panel 3, figuras B y C, flechas amarillas). Se observa   o lúmen do vaso (painel 3, figuras B e C, setas amarelas).
           la corrección de la malaposición de los struts proximales   Observou-se a correção do mau posicionamento dos struts
           (panel 3, figura D, flecha amarilla). Para finalizar la optimi-  proximais (painel 3, figura D, seta amarela). Para concluir
           zación, se decide dilatar con balón compliante de 3,5 mm a   a otimização, decidiu-se dilatar com balão compliant de
           bajas atmósferas. En el control angiográfico final se observa   3,5 mm a baixas atmosferas. No controlo angiográfico final
           un buen resultado (panel 1, figura D), y en una nueva valo-  foi observado um bom resultado (painel 1, figura D) e, numa
           ración mediante OCT se comprueba un excelente resultado,   nova avaliação mediante OCT, comprovou-se um excelente
           con una expansión y aposición del stent correctas en todos   resultado com uma expansão e aposição do stent corretas a
           los niveles, una buena área luminal residual y una clara dismi-  todos os níveis, uma boa área do lúmen residual e uma notória
           nución del trombo intraluminal residual (vídeo 3, panel 4).  diminuição do trombo intraluminal residual (vídeo 3, painel 4).
















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